Mostrando postagens com marcador sonhar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sonhar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Sonhar, ainda?

 Sonhar, depois de tanto tempo,
sonhar ainda?
É porque sonhamos o tempo todo
sem perceber que sonhávamos.
É porque já era hábito, costume
que nunca deixamos de ter,
mesmo sem o perceber.
É deixar ali, onde possamos ver
com os olhos do coração,
e quase tocar com as mãos,
porque bem próximo colocamos
tudo o que transborda da alma,
tudo o que nos tira a calma e
de tão grande não cabe em nós,
e de tão bom, nos consola.
Sonhar ainda? É ainda viver.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como estou?


- Como estou? Como vão as coisas? Tudo bem, tudo em paz...melhor impossível!

 Mas confesso aqui com meus botões que o tempo passa e muitas vezes, quando as coisas não vão bem, quando não encontro eco, me dá uma vontade doida de gritar teu nome. Só pra ver onde se esconde isto que deveria retornar a nós como resposta aos nossos gestos.
  E me pergunto por que não nasci com asas, que pudessem voar até o teu infinito, onde pudesse encontrar-te. E ser bonita, tanto que pudesse agradar-te.
  E então sumir no teu abraço, e receber teu amor e dar-te o meu. Engraçado que me faz bem escrever-te sobre tal segredo, pois és meu! és meu sonho e então, percebo que em minha visão estaria sorrindo, rindo até, por que não?! ou então, muito silenciosos ficaríamos com medo de que uma palavra me acordasse do sonho e me fizesse cair novamente, das nuvens, do teu abraço, do teu amor.

  - ah!  mas tudo passa, não é mesmo? O tempo passa por minha pele como ventania, e por mim... e fico aqui em segurança, olhando o mundo com o meu melhor olhar, o de ver não o de sonhar, pois este a ti pertence.
   - Como estou? Como sempre...firmemente apoiada na realidade...vendo ainda brilho na vida ao redor, que reflete talvez do meu próprio desejo e do que ainda reste em mim de melhor...
  De resto, como tudo o que vive, envelheço, apodreço e morro lentamente... tudo parece que aqui somos dois... mas tudo bem...tá tudo em paz...nem sei porque este desassossego ainda me vem, como reflexo do sol que bate no espelho e fere os olhos! Talvez...talvez porque tenha incrível capacidade para me amoldar, me adaptar, mas não me conforme com as guerras ou com o amor que se torne grosseiro, disforme.

foto texto: Vera Alvarenga

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Tua presença...


Deus! Por que puseste dentro de mim
esta semente que não germinará?

Acaso me querias..assim
quieta, de repente perdida
em meus pensamentos
a lembrar-me do quanto
sou frágil?
Acaso me querias, assim, perdida?
...tendo de me esquecer
do que me permitistes sonhar,
e precisando me reencontrar
a cada dia?
Fica comigo então!
Perdoa-me por me perder...
por não conseguir esquecer...
Já me demoro demais no
sonho infértil de um desejo morto.
Devolve minha antiga alegria!
Preciso derramar sorrisos
no solo em que vivo....
e brotar pétalas de cor.
Aquece-me ...sonha comigo...
mostra-me tua presença,
preciso de um sonho de amor!

Foto /poema: Vera Alvarenga.

terça-feira, 4 de março de 2014

Estrela do mar...


Ah! se ele soubesse, quantas vezes
depois da primeira vez,
evitei a visão daquele encontro!
..do abraço que teria sido despedida
e tornou-se laço, e do beijo
que era para ser por ele roubado,
mas foi testemunha de um desejo
que teria ficado escondido
se não fosse um desejo antigo
que ambos guardávamos em segredo,
se não fosse ardente e em seu calor
não nos tivéssemos dissolvido...
Como era difícil não lembrar de um sonho
depois da primeira vez que se tem coragem
e a ousadia de o sonhar!
Se ele soubesse como me quis pequena,
e bela a seus olhos, e amada,
para deitar em seus braços, serena,
depois de fazermos amor....
Quantas vezes temi fechar os olhos e sonhar
antes de abrir meu peito e expor o coração
e me banhar nas águas salgadas do oceano,
e sangrar até o sol ficar vermelho,
e chorar até a lua branquear a areia,
e então,sair de novo, cabelos brancos de sal,
e no peito, pulsando, apenas uma estrela do mar...

foto e poema: Vera Alvarenga

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Libélula...

Por vezes me machuco, cortam-se minhas asas, durante meus vôos mais ousados...

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Se eu pudesse te encantar!


 Ah! pego-me de novo em tua companhia,
porque trago-te comigo e
mesmo a contragosto,
distraída em pensamentos
me ponho a divagar...
- Se eu pudesse ser
mais do que hoje sou,
menos do que hoje estou...
... ser a brisa e o afago
que te acalmariam,
ser brasa a acender
teu desejo a se realizar,
ser como um sonho
que tua alma já sonhou...
e por ti, disto tudo saber...
Ah...se eu pudesse te encantar!
tanto quanto estou encantada,
por este absurdo desejo de te amar...

Como diz um poeta... muitas vezes é melhor nem pensar...
Música por Débora Blando - A luz que acende um olhar...

Poema e foto: Vera Alvarenga.

domingo, 16 de junho de 2013

O que é Felicidade pra você?

 
Quando ficamos mais velhos, felicidade ganha contornos bem simples.
  Pode ser apenas ter saúde e ver os que a gente ama, felizes, e nossos netos conversando e rindo para nós....
  
  Pode ser apenas pensar a cada dia: - " Amanhã, com sorte nos encontraremos no meio da ponte... e como os mais leais dos amigos talvez possamos chegar ao final do dia, sem nenhuma discussão, sem nada que agrida em nós o desejo de nos entregar em gestos de amar."

 Duas coisas me fazem serena e feliz: Uma, lembrar-me do tempo em que a inocência confundia as coisas e me fazia ver amor, onde, por vezes era apenas egoísmo e necessidade de poder. A outra é sonhar, e acreditar que é possível ser feliz quando a gente consegue amar sem mesmo pensar na retribuição...mas, hehehe...isto não é próprio do ser humano. O amor que sentimos vem de nossa fonte interior, sem dúvida, mas precisa, necessita mesmo ser realimentado, do contrário a fonte se esgota ou se esvai desensibilizando-se em triste abandono de si mesma. Talvez só a fé e a inocência sejam capazes de nos restituir alegria e serenidade. 

Texto e foto: Vera Alvarenga.
 

quinta-feira, 8 de março de 2012

Não sonho mais...


Ah, meu estranho, e singelo, e tão delicado amor,
sentimento que era meu e a ti dediquei com todos os riscos...
Já não desejo mais, que do alto dos teus vôos
me estendas a tua mão pra me levar contigo.
Já não penso no milagre que teria sido o novo, recomeçar.
Milagre maior teria sido e é, o próprio viver!
Tenho apenas minha história e nela o lugar para tua presença.
Me acostumei tanto com a solidão, que um dia me calei
e adormeci, e o tempo passou muito depressa.
Nem sei quando começou, o estar só, e quando achei natural.
Criei um mundo dentro de mim, efervescente de vida, e vivi.
De repente, estar suspensa no ar, porém longe de um coração
encantado tanto quanto estava o meu, não seria mais opção.
O ar já me faltava! As penas das asas, molhadas, que pena,
pesavam demais, levaram-me à terra e a ela, devolvi a semente.
Se houver outras em mim, brotarão da alma fértil, um dia
quem sabe, pois alma não envelhece. Ou a natureza instintiva,
buscará alegria nos amores que se façam em outro nível da espiral.
O coração? que dele transborde apenas o sentimento de gratidão.
E a tenho também por ti. Que se aquietem outras paixões.  
Só eu sei do silêncio que ouço, da jovem alma que seguia sózinha
por tempo demais antes de reencontrar o amado naquelas noites.
Ele, que a amava sempre e só de um mesmo gesto.
Mas o tempo de solidão foi maior que o tempo dos encontros!
Para ela, escutar a própria voz, se fazer ouvir e ver, tornou-se sede.
Desejo escondido, mal contido, que tu fizeste vir à superfície como
sonho possível, tempos depois, quando os ventos da primavera
te trouxeram. Mas, o silêncio desde sempre existiu entre os dois.  
O silêncio que antes, era quebrado apenas no momento do amor.
O amor que estava lá, não declarado, compartilhado como se fora
destino irremediável, mas forte, porém sem a alegria do que flui leve.
E ela se tornou a amante dele e esqueceu de que era também mulher.
Sei que preciso ouvir o lamento daquela que foi aquela jovem.
É necessário ouvir o pranto da alma, se a quiser resgatar.
Não sonho como antes. O que se torna real, amanhã me bastará outra vez.
Não posso mais sonhar ser diferente do que sou agora, 
a menos que decida, eu mesma, pegar estrelas no meu céu.
Não se pode conduzir uma árvore velha, como a um bonsai.
Me deito na cama que fiz macia para mim, onde tranqüila me aquieto,
e nos anos que me banham de prata os cabelos, vejo refletido o amor
não só da amante, mas de filha, irmã, mãe, mulher apaixonada, amiga...
Como em transe, procuro na natureza os sinais para compreender
o momento crucial em que me encontro, ponto exato entre estar em paz
ou encontrar-se presa na insensibilidade dos que perderam a alma.
Enquanto não me alegra o levantar da cama onde acordo mas não canto,
do leito onde descanso sem sonhar, sinto uma paz que ainda não reconheço.
Não sei por quais caminhos ela me levará, dou tempo ao tempo que avança.
Aos poucos, contudo, me fortaleço. Ainda vejo estrelas que iluminam o mundo.
À noite novamente abraço, e do fundo da alma agradeço tudo o que tenho.
Me convenço, me entrego ao ciclo que virá, tão certo como vêm as estações, 
e sou eu que devo mergulhar na paz que cabe a mim, e assim, me aconchego,
embora às vezes, ainda procure minha alma perdida,
e ainda que lembre o que não esqueço.


Texto em poema: Vera Alvarenga
músicas do youtube cantadas por Elis e Fábio Jr.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Impeçam-me os deuses de sonhar!


  Hoje, a paz deste silêncio é tanta, que nem consigo sonhar.
  Às vezes, tá tudo bem, mas o silêncio que nos cerca faz pensar...
  muitas vezes, tá tudo em paz, mas a lembrança entra pela porta aberta.
  Fica ali no canto, como quem não quer nada, e aperta o coração
  como uma saudade do que um dia já fora concebido,
  como a falta de um ser que embora não nascido, sentimos o pulsar.
  - Ah! impeçam-me os deuses de sonhar! que esta lembrança
  fica à espreita, como se nos quisesse fazer duvidar de tudo,
  até de toda esta paz que vem de um quase nada, mas ainda não é do amor,
  e a gente quase se deixa levar de novo pela lembrança adorada
  daquele rosto,da voz, das palavras,do sonho,do riso encantador, mas resiste,
  não quer ir, mas também não quer ficar. Entre o sim e o não
  uma voz quebra o silêncio e em sussurro, fala comigo :
  - fica aqui...entregue-se ao presente, não há pra onde ir, fica!
  É quase impossível resistir à luz que me encanta, mas desta vez, consigo,
  só porque o silêncio é tão grande que me toma inteira, e finalmente,
  sufoca a tentativa de qualquer parte de mim que, inconsequente,
  ainda queria, desejava ir ao encontro do que não sabia...
  Nada existe além da minha vontade que aos poucos se aquieta?
  O silencio que a matou, também me salvará ?
  Teu gesto que um dia me salvou traz uma adaga que me fere.
  E quando a saudade na tua ausência vem me apunhalar,
  já não tens rosto,nem voz ou palavras dos quais possa me lembrar.
  Porque não me deixaste um sinal teu que pudesse abrigar
  o sorriso da minha alma, na feliz certeza de te esperar.
  E é este o silêncio que me toma e me envolve numa estranha paz.
  Dela nada sei, nem da incerteza das minhas manhãs.
  Temo que um dia, o silêncio seja tão duro e insistente
  que talvez, eu finalmente te esqueça...e um de nós morrerá...
 
  Poema: Vera Alvarenga
  Vídeo da música "Travessuras" - Oswaldo Montenegro.
 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Reflexo de mim...





Meus sonhos são, muitas vezes, um reflexo
mais belo do melhor que há em mim...












Porque, em nossas limitações, não somos belos sob todos os ângulos...
eu sei que não sou...










Eles, não são tudo o que sou...


Nem eu posso ser tudo que sonhei...











Queria ser, só por um dia, como a árvore que toca o rio em sua transparência, e por ele é tocada, da mesma forma, com a mesma intensidade...






Queria ser, só por hoje,  como a natureza
ela não se atrapalha,
se comete erros não se importa,
ela não teme,
ela nem ao menos sonha...

Ela realiza,
ela apenas é.



Texto e fotos: Vera Alvarenga

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sem limites...

Sou pessoa modesta,
tenho costumeira humildade,
mas meus sonhos, hoje, não!
Ah! Neles tudo posso!
Neles, não sou pequena,
tenho o tamanho do amor
que cabe em meu coração.
Tudo, porque o sentimento
é livre para ser o que é.
Neles, não sou feita apenas
com um velho corpo de mulher.
Invisível, sou pássaro, sou asas,
para sonhar o que quiser.
Nos meus sonhos, não me falta o ar,
não tenho corpo, só consciência,
liberta dos limites que conheci,
não sou prisioneira da aparência.
Posso abraçar,quem me abraçou
quando precisei. Minha alma,
então, de tão feliz, sabe perdoar.
Posso amar, sem vergonha,
posso crer sem pudor,sem medo.
Porque vejo no olhar, o sorriso
e a paz que tanto desejei ver.
São os meus sonhos, tão sem limites,
que me encabularia de confessar.
Por isto, guardo em segredo.
Neles, não tenho idade, e
tenho tantas cores e sou tão bonita,
que me torno leve e vivo de amor.
Só neles, flutuo de novo, no azul infinito,
e minhas asas se tornam imensas
e, como sou livre, me fazem capaz
dos meus gestos mais bonitos, e
de gentilmente, hoje, te abraçar
e com a ternura de um sonho, te levar
comigo, a um doce momento de paz.

Poema e foto: Vera Alvarenga

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Desconfio, que amo este homem...

Desconfiou que amava aquele homem,
mesmo sem conhecer tudo o que era,
sem compartilhar toda sua história,
nem dividir com ele a memória
de tudo o que, cada um, já viveu.
Tão frágeis somos todos nós,
imperfeitos,solitários,ansiosos
em busca do próprio eu,
do próprio amor idealizado,
quanto mais nos sentimos sós!
E ela, ainda buscava encontrar
- o eu no outro- um sinal, um reflexo
de sua crença, do singelo desejo
do melhor de si, ainda poder resgatar.
Sabia que o sonho era maior
do que jamais poderia alcançar.
Melhor seria tratar de esquecer,
pois na vida, um dia,tudo passa.
Por isto, impotente confessou:
Desconfio que amo este homem
que já não sai do meu peito
onde o coloquei desde que, sem jeito,
mostrou-me pequenos segredos de si,
e porque me fez de novo sonhar,
sorrir, novamente crer...voar!
Só por isto, docemente, eu o amo,sim!
Porque me basta nele reconhecer
um fragmento do sonho que era meu.
Porque me basta desejar em seus braços,
finalmente viver a paz que de tão minha,
hoje, ainda se esconde em mim.

Foto e poema: Vera Alvarenga

sexta-feira, 11 de março de 2011

Sonhos de algodão...

 Há sonhos, que eu sonho mesmo só por sonhar,
como o de um dia sair com você por ai, viajar...
Como se fosse possível,abandonar a preguiça
e o medo que atiça a vontade de adormecer!
Ah!Como se fosse razoável esquecer diferenças,
viver só de presenças,do que se quer abraçar.
Como se não fosse um risco
render-se ao desejo urgente
de amar o amor simplesmente,
antes que já não possa mais te encontrar.
Sei porque sonho os meus sonhos...
tempo demais estive no deserto a andar,
sem teus olhos amorosos postos em mim,
sem teus passos gentis a me seguir.
Há sonhos que sonho, eu sei, como nuvens de algodão,
são apenas o que são: sonhos só para sonhar....

Esta música com Oswaldo Montenegro é gostosa de ouvir...


Poesia e foto: Vera Alvarenga
Música do youtube -

sábado, 20 de março de 2010

- " Só o Tempo pode me ensinar a aprender..."

Um dia, sem planejar,sem querer, me apaixonei
não pelo que ele era,mas pelo que despertou em mim
quando ele me trouxe,atentamente, a luz de seu olhar.
Ele, docemente me seguiu...e eu, me perdi.
Não sei por qual motivo ele agiu assim,
mas em sua companhia, não me senti mais só.
Quando ele me olhava, parecia ver mais do que sou
ou do que outros me faziam crer que eu era.
E eu, quando me olho, já não sei quem posso ser.
Desejei ter tempos a menos para contar,
para um dia, talvez, com minha imagem o encantar.
Ilusão que o tempo me ajudará a esquecer.
Quisera apenas ter asas, para vez ou outra, o abraçar.

Sou mais do que simplesmente eu, agora.
Pirilampos se apossam de minha alma e
ainda não os consigo aquietar...
Meus olhos, se enchem de mar,
quando ele me traz mais uma palavra terna.
Me ponho a pensar que é assim que ele é!
É deste modo, que minha alma se encontra com a dele.
Para o meu bem,me convenço que o amor não está no objeto amado.
Sei que é dos corações, este sentimento.
E, meu coração, para minha total surpresa,
o mesmo que estava se enfartando, de tristeza,
percebe que,novamente,consegue amar e de modos diferentes!

A razão,mais que o coração,precisa aprender a lidar com isto,
aprender a secar os olhos,calar a voz,olhar a vida em torno,
transformar o apaixonamento em simples ternura,
viver, dos efêmeros momentos, apenas a doçura,
acalmar o sonho, abraçar a realidade.É da vida, o desafio.
Se não fora assim,o tempo viria calmo, pra mim.
Agora não! é imperioso com estes meus extremos conviver :
- a ingenuidade de meu coração que pensa saber o que sou e
a realidade que mostra a aparência e compromissos que o tempo gravou.
Eu já era muitas, agora sou mais esta, enfim,a que tem consciência
que a alma existe, em mim, já que é tão diferente do corpo
o qual precisará aprender, a aceitar, com sabedoria, o envelhecer.

Me entreguei nas mãos do Tempo...pois só ele pode me ensinar a aprender esta difícil lição.

Autoria: Vera Alvarenga
imagem: google images( pode ter direitos autorais)

Compartilhe com...